domingo, 10 de abril de 2016

MEMÓRIA GLOBO - TRAJETÓRIA DE ANGÉLICA

ANGÉLICA

ANGÉLICA

TRAJETÓRIA

angel-mix-arley-alves.jpgAngélica em Angel Mix. Arley Alves/Globo
Não é lugar comum dizer que a apresentadora Angélica sempre foi bonita. A prova é que, aos 4 anos de idade, ela venceu um concurso nacional realizado pelo programa Cassino do Chacrinha, então produzido pela Bandeirantes. “Chacrinha havia anunciado que faria um concurso para eleger a criança mais linda do Brasil. Minha mãe perguntou se eu queria ir, e respondi que sim. E ganhei o concurso. No ano seguinte, eu tinha de passar a faixa e a coroa para a nova vencedora. Quando entrei, todo mundo gritou: ‘Mais um! De novo!’ E eu, com 5 anos, dividi o prêmio com a menina que tirara o primeiro lugar”, diverte-se.
Angélica Ksyvickis nasceu em 30 de novembro de 1973, em Santo André, São Paulo. Até o início dos anos 1980, já fazia desfiles e comerciais de TV. Também fez pequenas participações em programas de dramaturgia, inclusive da Rede Globo, como a minissérie Avenida Paulista (1982), de Daniel Más e Leilah Assumpção. Na trama, ela interpretou Anamaria, num flashback da personagem vivida por Bruna Lombardi na fase adulta.

Mas foi na música que encontrou seu espaço na televisão, levada pelas mãos do diretor Maurício Sherman. Angélica integrou um trio musical formado por crianças, e, aos 12 anos, estreou como apresentadora no infantil Nave da Fantasia, exibido nas manhãs da TV Manchete. “Era um programa infantil de dramaturgia, com uns bonecos, um fantasma, a bruxa”, lembra. Logo em seguida, também passou a apresentar, aos sábados, os clipes musicais do programa Shock.

Com a saída de Xuxa da Manchete, em 1986, Angélica assumiu a apresentação do programa de auditório diário Clube da Criança, que acumulou com o comando do infantojuvenil Milk Shake (1988). Ela tinha então 15 anos. E nessa época, já se apresentava para o grande público em shows anuais que a emissora realizava na Semana da Criança. Eram especiais que duravam até 12 horas, ao vivo.
Lançou seu primeiro disco em 1988, alavancado pelo sucesso da canção Vou de Táxi, versão de Joe le Taxi, cantada pela francesa Vanessa Paradis. No mesmo ano estreou no cinema, no filme Os Heróis Trapalhões Uma Aventura na Selva, sob a direção de José Alvarenga Jr.
Ainda na Manchete, Angélica atuou na minissérie O Guarani (1991), adaptada por Walcyr Carrasco do romance homônimo de José de Alencar. Na trama, interpretou Ceci, contracenando com Leonardo Brício, intérprete de Peri. Após sete anos na emissora, transferiu-se para o SBT, onde, a partir de 1993, apresentaria os programas Casa da AngélicaPassa ou Repassa e TV Animal.
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Sua contratação pela Globo ocorreria três anos depois, em 1996. O primeiro trabalho foi uma participação especial no humorístico Sai de Baixo (1996). Era uma palhinha antes da estreia como apresentadora do diário Angel Mix. O programa tinha duas partes: um programa de auditório, com brincadeiras, gincanas, números musicais, esquetes e bate-papos, e uma novelinha infantil, na qual Angélica interpretava a fada Bela, uma órfã de origem humana que devia decidir entre viver na realidade ou no mundo da fantasia. “Eles queriam muito que eu fizesse novela – o Boni, principalmente. E quando fui fazer o infantil, pintou a ideia de fazer uma novelinha dentro do programa: era o "Caça Talentos”.
A carreira de atriz ganhou novo impulso no final daquele ano, quando protagonizou Angélica Especial. Nos anos seguintes, voltaria a estrelar especiais de fim de ano da Globo, como Alice no País da Música (1997) e Asas pra que te Quero (1998).
Em 1999, Caça Talentos foi substituída por outra novelinha, Flora Encantada, com Angélica no papel-título, a herdeira de uma reserva ecológica localizada em uma grande cidade. No ano seguinte,Angel Mix  deu lugar a Bambuluá , programa que concentrava toda a programação infantil da Globo na época, e que tinha a dramaturgia como base. Dentro de Bambuluá, Angélica também apresentava os desenhos animados da TV Globinho.
Participou pela primeira vez de uma novela da Globo em 2001, quando atuou em Um Anjo Caiu do Céu (2001), de Antonio Calmon. Na trama, viveu o anjo Angelina, contracenando com Caio Blat e Tarcísio Meira. Nos anos seguintes, fez participações especiais como ela mesma em Celebridade (2003), de Gilberto Braga, e no seriado A Diarista (2004).

Ainda em 2001, Angélica deixou de ser apresentadora infantil para comandar o quadro Vídeo Game, no qual celebridades testam seus conhecimentos televisivos em uma competição, com participação de plateia, no Vídeo Show. No ano seguinte, acumulou o trabalho no programa com a apresentação do reality show Fama, ao lado do cantor Toni Garrido. Os dois também comandaram juntos o especial de fim de ano do Fama. Em seguida, Angélica apresentou sozinha outras duas edições do programa, em 2004 e 2005.
Ainda em 2004, depois de anos sem fazer shows ao vivo, Angélica foi uma das apresentadoras de São Paulo 450 Anos. Na ocasião, ancorou a programação especial que comemorou o aniversário da cidade de São Paulo, diretamente do Ginásio do Ibirapuera. Também participou diversas vezes do show de lançamento do Criança Esperança. Em 2009, inclusive, ela e Luciano Huck conduziram o espetáculo, que reuniu cerca de sete mil pessoas na Arena do Rio.
Em 2006, além do trabalho à frente do Vídeo Game,que completou dez anos em 2011, Angélica ganhou mais um programa: o semanal Estrelas, baseado em entrevistas com celebridades. O programa de estreia teve a participação, entre outros, do ator Pedro Paulo Rangel, que regeu uma orquestra na Sala Cecília Meirelles. Outros grandes nomes do elenco da Globo já foram entrevistados no Estrelas, como Xuxa, Regina Duarte, Fátima Bernardes, Ney Latorraca, Laura Cardoso entre outros.
Atriz, cantora e apresentadora, Angélica se apresentou em diversos shows no país. No cinema, atuou nos filmes Os Trapalhões na Terra dos Monstros (1989), Uma Escola Atrapalhada (1990), ambos sob a direção de Antônio Rangel; Simão, o Fantasma Trapalhão (1998), de Paulo Aragão; e Xuxa e os Duendes (2001), de Paulo Sérgio Almeida e Rogério Gomes. Estrelou, ainda, Zoando na TV (1998), de José Alvarenga Jr., e Um Show de Verão (2004), de Moacyr Góes. Até 2008, havia lançado 17 trabalhos musicais, entre LPs e CDs, além do livro Cozinha das Estrelas, publicado pela Editora Globo, com as receitas de pratos preparados pelos artistas no programa Estrelas.
Angélica e Luciano Huck se casaram em 2004, após participarem juntos do filme Um Sonho de Verão, de Moacyr Góes. Os dois têm três filhos.

[Depoimento concedido ao Memória Globo por Angélica em 20/12/2006.]

DESTAQUES DE ANGÉLICA NA GLOBO


CAÇA TALENTOS
(1996)
ANGEL MIX
(1996)
ALICE NO PAÍS DA MÚSICA
(1997)
FLORA ENCANTADA
(1999)
BAMBULUÁ
(2000)
UM ANJO CAIU DO CÉU
(2001)
VÍDEO GAME
(2001)
FAMA
(2002)
ESTRELAS
(2006)



quinta-feira, 7 de abril de 2016

MEU NÚMERO DA LIÇÃO DE VIDA


Você é número 6
Seu desafio é desenvolver seu forte sentido de responsabilidade em relação aos outros. Você procura resolver os problemas de todas as pessoas, sejam elas amigos, da família, os que moram perto de você, os seus colegas de trabalho. Você está sempre disposto a ajudar, a aconselhar, com seu profundo senso de justiça, buscando a harmonia geral. Você é simpático, amável e generoso e está constantemente disponível para os outros.
Quando criança sempre queria agradar, com presentes, com afagos, queria se sentir responsável em fazer certas tarefas, queria ser elogiado e sentia-se extremamente magoado se era repreendido. Aos poucos vai aprendendo a lidar com esses sentimentos que envolvem o dar e o receber. Você tem habilidades artísticas, gosta da harmonia da música, da pintura, da arquitetura. Valoriza a vida doméstica, se dedica ao lar, à família, criando um ambiente caloroso e receptivo.
Você é muito profundo em seus sentimentos e se você não se reprimir, mostrará esta sensibilidade àqueles que ama. Ao não conseguir expressá-la pode fechar-se sendo muito difícil para qualquer pessoa romper esta barreira. Você é romântico e tem necessidade de estar sempre amando. Nos aspectos negativos, evite a tendência de tornar-se oprimido por excesso de responsabilidades e ser um escravo dos outros. Cuide também para não ser demasiado crítico, tanto de si mesmo, como dos outros, achando que tudo está errado, e somente você está certo e somente você pode resolver o problema.